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13º Salário: O que fazer para entrar 2011 sem dívidas!

novembro 16, 2010

Chegou o 13º salário – compra de presentes, objetos de decorações… as vitrines das lojas e shoppings, já começam a dar o clima de Natal! As expectativas, nos aumentos de vendas, para 2010, ultrapassam os 20%, o que não deixa de ser uma notícia positiva e, esperada ansiosamente, pelo comércio em geral. Para começar 2011, sem dívidas, o consumidor deve ter alguns cuidados, segundo alerta o especialista, em economia doméstica e direito do consumidor, Cláudio Boriola.

Indo às compras, a primeira coisa a fazer, é planejar, (verificar qual o orçamento disponível), depois fazer a lista dos presentes. O especialista recomenda que, o consumidor deve efetuar seu planejamento financeiro porque é fundamental, a fim de não comprometer a renda familiar do 13º, com gastos supérfluos e exorbitantes. “Procure controlar impulsos. Estão chegando às festas, mas, em janeiro há uma série de gastos imprevisíveis. Tem IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), matrícula escolar, material, transporte e tantos outros gastos”, adverte Boriola.

O consultor, ainda, ensina que existe a regra dos quatro “Ps”, cuja deve ser utilizada, durante todo o ano – planejar, pesquisar, pechinchar e pagar a vista. “Sem planejamento não se vai a lugar algum. Imagine sem dinheiro, no bolso e muitas contas para pagar. No inicio do ano, vem as perturbações econômicas. O segundo item é a pesquisa, onde o consumidor encontra diferenças de preços absurdos, de uma loja para outra. Deve-se fazer pesquisa; é muito importante. A terceira etapa consiste, em pechinchar, que quer dizer negociar bem, obtendo-se bons descontos. Se não forem bons, não se deve comprar; procure outro vendedor. ar, pedir bons descontos e, se eles não forem bons, não deve comprar, procure outro fornecedor. Finalmente, a quarta regrinha é pagar à vista, evitando parcelamentos, porque as parcelas, mesmo com valores prefixados, possuem altas taxas de juros embutidas que o consumidor, às vezes, não percebe”, destaca o especialista.

Fonte: Tainá Sinhorini – Portal Nacional do Seguro

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