Educação Financeira para crianças
O tema pode ser examinado sob vários aspectos, a começar pelas crianças e terminando com empresários que perdem oportunidades magníficas de bons negócios ou que são levados à falência. Trataremos do assunto nas várias fases da vida de uma pessoa.
1º. Educação Infantil: as crianças com cinco ou seis anos podem compreender o que significa algo de maior ou menor valor. Por exemplo, guardar moedas num cofrinho e após certo tempo contar o dinheiro e comprar algo na presença da criança, ajudará a fixar o conceito de moeda e valor de um objeto. Poderemos começar os ensinamentos na pré-escola já que o ensino oficial permite que sejam matriculadas nas escolas crianças a partir dos sete anos de idade.
2º. Educação dos sete aos dez anos: nessa faixa de idade, já podemos ensinar o manuseio do dinheiro. Pequenos valores para comprar lanches na escola e até mesadas poderão ser utilizadas, desde que compatíveis com a idade. Se a criança gasta toda a mesada antes de receber a outra, poderemos descontar o que foi gasto a mais. Lembre-se de não influenciar a criança para diferenciá-la de outras por conta do dinheiro.
3º. Adolescência: fase difícil para os pais requer muita habilidade, compreensão e amor. É o momento em que homens e mulheres consolidam seus conhecimentos sobre como tratar as finanças. Conhecemos casos em que os pais, por fazerem todas as vontades dos jovens, acabam por torná-los pessoas sem responsabilidade e fúteis. A recomendação é utilizar uma planilha demonstrando o valor da “entrada”, por exemplo, a mesada e o valor da “saída” pela soma dos gastos com lanches, refrigerantes, condução e outros gastos controláveis.
4ª. Fase adulta: Considerando que tudo correu dentro da normalidade até aqui, já temos uma pessoa que pode seguir seus passos sem maiores dificuldades e com disciplina própria. Os bons exemplos dos pais e dos demais membros da família são imprescindíveis para a boa educação financeira dos jovens.
Fonte: Portal Nacional dos Seguros




